• Portugal realiza um conjunto de alterações estruturais no funcionamento e posicionamento da sua economia.
  • Política macroeconómica e microeconómica capaz simultaneamente de estimular a inovação, a criatividade, a melhoria tecnológica para orientar a economia para uma “subida” na cadeia de valor.
  • Contenção dos custos salariais para as empresas de forma a que, particularmente no que se refere às actividades menos qualificadas, se conseguissem manter os empregos necessários para absorver uma mão-de-obra pouco qualificada/especializada ainda abundante.
  • Capacidade de utilizar recursos e competências “endógenos” e capacidade atrair IDE estratégico.
  • Capacidade de trabalhar simultaneamente o curto prazo e o longo prazo.
  • Consciencialização de que apostas e investimentos a curto prazo não seriam suficientes para projectar e construir uma economia suficientemente competitiva e inovadora a 20 ou 30 anos de distância.
  • Capacidade de iniciar e desenvolver um conjunto de projectos com o fim de atrair para Portugal actividades de elevada valor acrescentado, intensivas em conhecimento.
  • Capacidade de se sintonizar e sincronizar com os pólos e regiões da economia mundial mais dinâmicos e inovadores.
  • Importa sublinhar o carácter proactivo e selectivo como Portugal, sem esquecer a sua história, cultura e natural integração no espaço europeu, ibérico e de língua portuguesa, se relacionou e se projectou com estas diferentes regiões e actores.