• Portugal consegue realizar alguns movimentos importantes para o funcionamento e posicionamento da sua economia (contenção do défice externo crónico e capacidade de ordenamento e organização do território).
  • Portugal não consegue alcançar algumas alterações de carácter estrutural (ao nível dos desequilíbrios internos de natureza endémica e na forma como a sua economia se integrou no processo de globalização, com a excepção virtuosa do sector do Turismo/acolhimento).
  • Expectativa criada com o reequilíbrio das contas públicas defraudada pela incapacidade de Portugal, em contexto internacional adverso, se tornar mais atractivo e central.
  • Alguma capacidade para gerar competências “endógenas”.
  • Incapacidade para atrair IDE capaz de alavancar uma alteração do perfil produtivo;
  • Reformas estruturais iniciadas, mas de implementação lenta, em contexto de grande aperto orçamental.
  • Vigilância constante dos mercados financeiros;
  • Portugal revela capacidade de trabalhar o curto prazo em situações muito difíceis, mas nunca consegue trabalhar o longo prazo com idêntica sagacidade.
  • Aposta económica caracterizada por investimentos de proximidade e de retorno mais rápido em actividades e sectores onde Portugal tem vantagens comparativas com uma mão-de-obra pouco qualificada e especializada.
  • Excepção relativa à dinamização do cluster/pólo de saúde em nichos de mercado, puxada pelo turismo de acolhimento de população idosa de países desenvolvidos, mais exigente em cuidados de saúde.